11 de mar de 2012

Para ontem...

A degradação em que o mundo se encontra, tem provocado  preocupação a respeito dos desequilíbrios causados pela ação antrópica ao meio ambiente.
Na era da industrialização, a interação entre o homem e o meio ambiente ultrapassou a questão da simples sobrevivência ao contrário de outros seres vivos, que para sobreviverem, estabeleceram naturalmente o limite de seu crescimento e conseqüentemente o equilíbrio com outros ecossistemas onde vivem... 
O homem por sua vez, teve dificuldade em estabelecer o seu limite e utilizou-se dos recursos naturais sem se preocupar com o futuro do planeta...       
Surge hoje, a fronteira entre o conhecimento e a ignorância humana, principalmente quando se trata da preservação do Planeta Terra.
            Evidencia-se, a importância de sensibilizar o homem, para que aja de modo ecologicamente responsável.
            Faz-se necessário, a busca de valores que conduzam a uma convivência harmoniosa com o ambiente e demais espécies que habitam o planeta. É preciso analisar criticamente, os princípios que tem levado à destruição inconseqüente dos recursos naturais: água, solo,  ar  e a biodiversidade como um todo. 
A natureza, não pode ser vista como fonte inesgotável de recursos. Suas reservas são finitas, devem ser utilizadas de maneira racional como um processo vital e urgente.
Ainda fazemos e cobramos muito pouco pelo nosso Meio Ambiente ecologicamente equilibrado. Nosso ar está poluído, 
nossa água  acabando e a biodiversidade corre risco eminente de extinção.
            Segundo a mitologia Netuno, rei dos mares e da água, quando nervoso levanta o seu tridente e lança tempestade e chuva forte... 
(estórias contadas pela minha avó, Maria Rinaldi). 
Hoje penso que talvez aja assim, para nos lembrar  o que temos feito para, e pelo planeta. 
Neste momento, tardiamente, refletimos sobre questões como a ocupação desenfreada do solo, o desmatamento inconsequente das matas, as queimadas criminosas, a nova lei de florestas em trâmite (diminuição da mata ciliar) ...
            Sabemos que todos os recursos trazem o bem e o mal .... 
A mesma chuva que destrói, faz rebrilhar nas folhas uma beleza exuberante. 
Pode trazer purificação, mas também muita desgraça 
se não for preservado o seu caminho natural, a sua veia.
            A Educação Ambiental precisa ser a base, para que se possa garantir 
à sadia qualidade da vida planetária
            Não adianta jogos de lixeiras de coleta seletiva, se não sei  dar 
destinação correta  ao meu resíduo... 
Não adianta falar sobre a  preservação da flora, se peço 
a supressão da árvore que suja minha calçada...
Não adianta plantar a semente, se não faço nada para que ela germine... 
Não adianta achar bonitinho um animal selvagem, se prendo meu pássaro na gaiola.
            Se quisermos viver e garantir a sadia qualidade de vida, temos que repensar, planejar e executar projetos sustentáveis...
Para hoje e  amanhã...o que era para ontem.    
Alessandra Casarim 11/03/2012

4 comentários:

Anônimo disse...

Falou tudo.
Parabéns!

Vanessa

Anônimo disse...

Já pensou em palestrar?

Paulo Ricardo (enviei E-mail)

Ramon Lamar disse...

Curti.

Pedro Henrique disse...

A forma como nos relacionamos com o meio ambiente à nossa volta está diretamente ligado com qualidade de vida. Desta forma, é função da escola usar intensamente o tema “meio ambiente” de forma transversal através de ações reflexivas, práticas ou teóricas assim o aluno aprende a amar e respeitar tudo que está a sua volta, incorporando dessa maneira, desde a mais tenra idade, a responsabilidade e respeito com a natureza.